LUNIS · JOURNAL

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DE MÃE PARA MÃE  Publicado a 14 de outubro de 2026

Passei meses a espreitá-lo de boca aberta, de madrugada. Tentei 4 coisas. Só uma me deixou dormir.

Por Sofia Martins, mãe do Tomás

Se espreitas o quarto do teu filho antes de te deitares, e ficas ali parada à porta mais tempo do que devias, esta história é para ti.

Eu fazia isso todas as noites. O Tomás torto na cama, a cabeça meio fora de uma almofada quase do tamanho dele. E a boca aberta. Eu voltava para a cama e pegava no telemóvel.

Antes de mais: a primeira coisa que fiz foi levá-lo ao pediatra. As perguntas de saúde ficaram com quem sabe. Mas a noite, essa, continuava a ser minha de resolver.

Quatro tentativas. Uma que resultou. Vou contar-te a diferença, para não passares as madrugadas que eu passei.

1. Pesquisar à uma da manhã

Durante semanas, a última coisa que eu fazia antes de dormir era pesquisar. Fóruns, artigos, comentários de outras mães. Assustava-me com metade.

O meu marido dormia ao meu lado e eu ali, com o brilho do telemóvel no mínimo, a ler sobre crianças que dormem de boca aberta.

Uma noite, às duas da manhã, voltei ao quarto dele só para o ver respirar. Sentei-me no chão, encostada à cama, e fiquei ali.

Mais informação. Menos sono. Não mudou nada.

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2. Ajeitá-lo de hora a hora

Comecei a pôr o despertador. À meia-noite, à uma, às duas. Ia ao quarto, endireitava-lhe a cabeça, puxava-o para cima da almofada.

Ele resmungava, virava-se, e cinco minutos depois estava outra vez torto. Eu voltava para a cama sem conseguir adormecer, à espera do próximo alarme.

Ao fim de uma semana, quem estava a dormir mal era eu. E ele também, porque eu o acordava.

Duas pessoas cansadas em vez de uma.

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3. Mais almofadas de adulto

Pensei que o problema era a altura. Pus-lhe duas almofadas das nossas, uma em cima da outra.

Ficou pior. Uma almofada de adulto é feita para ombros largos e um pescoço comprido. Na cama dele, duas pareciam uma montanha. A cabeça escorregava, o pescoço dobrava, e de manhã estavam as duas no chão.

Foi aí que me caiu a ficha. Compramos sapatos do tamanho deles, roupa do tamanho deles, cadeiras do tamanho deles. Mas a almofada era a minha.

Grande demais. Para ele, era um colchão.

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4. Dormir no chão do quarto dele

Levei um colchão de campismo para o quarto dele. Assim estava perto, assim ouvia tudo.

Ouvia mesmo tudo. Cada volta, cada suspiro, cada vez que ele se mexia. Não dormia. Ficava de olhos abertos no escuro, a ouvir.

De manhã, com as costas a doer, olhei para ele, ainda torto na almofada grande, e pensei: estou a vigiar o sintoma e a ignorar o sítio onde ele dorme.

A pior semana de todas. E ele continuava torto.

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5. A almofada do tamanho dele

Encontrei a Lunis quase por acaso. Uma almofada feita para crianças dos 2 aos 12 anos, com 45 × 27 × 7 cm, e um formato pensado para a cabeça e o pescoço de uma criança, em várias posições.

Peguei numa fita métrica e pus as duas lado a lado. A diferença via-se logo. Uma era de adulto. A outra era de criança.

E tinha forma de animal. O Tomás viu os cinco no telemóvel e foi direto ao leão. Agarrou-lhe na juba pelo ecrã e disse: «Chama-se Juba.»

Encomendei ali mesmo, sentada no colchão de campismo.

Nunca tinhas pensado na almofada? Vê a que ficou

60 dias para experimentar · 5 animais à escolha

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6. Porque é que foi diferente

Na primeira noite, fizemos tudo igual. Banho, pijama, história. Ele deitou a cabeça no Juba e enfiou os dedos na juba, a mexer devagarinho.

Adormeceu de lado, todo enroladinho, com a cabeça bem pousada numa almofada do tamanho dele. Às onze espreitei. Às onze e meia espreitei outra vez. Continuava ali, aninhado no Juba.

Na terceira noite, já não pus o despertador. Na quinta, o colchão de campismo voltou para a garagem.

Não mudei nada nele. Só mudei o sítio onde ele dorme. E pela primeira vez em meses, fechei a porta e fui dormir.

Uma almofada do tamanho dele. Vê como é

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7. As cinco, lado a lado

O mesmo menino. As mesmas noites. A mesma mãe à porta do quarto. Foi assim que cada uma correu:

Pesquisar de madrugada: mais medo, menos sono.

Ajeitá-lo de hora a hora: acordava-o a ele e a mim.

Almofadas de adulto: uma montanha. No chão de manhã.

Dormir no chão do quarto: eu de olhos abertos, ele torto na mesma.

A Lunis: uma almofada do tamanho dele, a noite toda. A única que ficou.

Quatro tentativas que me custaram meses. Uma que me devolveu o sono numa semana.

Pronta para deixar de espreitar? Vê a que ficou

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8. A única que ainda está na cama dele

Já passaram meses. O colchão de campismo está na garagem. O telemóvel fica na mesa de cabeceira, virado para baixo.

O Juba continua lá. Já foi de férias connosco, já dormiu em casa da avó, a capa já foi à máquina mais vezes do que consigo contar.

E houve uma coisa que eu não esperava. Ao pequeno-almoço, o Tomás perguntou-me: «Mãe, hoje dormiste?» Dormi. E ele reparou.

Não ganhei só as noites. Deixei de ser a mãe que passava a madrugada à porta.

Meses à porta do quarto. Vê a que mudou tudo

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9. «Mas será que resulta com o meu?»

Era exatamente o que eu pensava. A resposta honesta: a Lunis não é um tratamento, e as perguntas de saúde são sempre para o pediatra. Foi o que eu fiz primeiro, e é o que te digo a ti.

O que a Lunis faz é simples: dá-lhe uma almofada do tamanho dele, com um formato pensado para uma criança, e um animal que ele escolheu para a hora de deitar.

Duas coisas ajudam muito: deixa-o ser ele a escolher o animal, e põe a almofada na cama durante o dia, para à noite já ser um amigo e não uma estranha.

E tens 60 dias para experimentar em casa, ao ritmo dele, com toda a calma.

Ainda com dúvidas? 60 dias para experimentar

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Ainda com dúvidas? 60 dias para experimentar

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Se também espreitas o quarto dele à noite, começa pelo sítio onde ele dorme.

Hoje à noite, ele pode dormir numa almofada do tamanho dele. E tu podes fechar a porta e ir dormir.

60 DIAS PARA TESTAR EM CASA

Eu também hesitei. Mas o Tomás escolheu o Juba, foi tudo ao ritmo dele e eu tive 60 dias para ver com calma.

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Garantia: 60 dias   |   5 animais à escolha

60 dias para experimentar em casa, ao ritmo dele. Devolução simples dentro desse prazo.

Inspirado em relatos de mães